Skip links

João Maria Claro

João Maria Claro

Nasceu em Lisboa, 2001.
Estudou no Colégio Valsassina, Lisboa, 2019.
Estuda no IADE, Marqkting e Publicidade

João é um Guarda, 2023

“Quero alcançar o sonho…
Podia ter seguido o caminho da ciência mas a alquimia da persuasão, com uma pitada de informação, brilhou mais alto.
E brilhou tanto que me transformei num Criativo.
Se o meu destino está em cada briefing que recebo, a caneta é a minha bússola.
Assim, todos os dias, continuo a sonhar com o mesmo, boas ideias.”

Entrevista

O que consideras como sendo bom marketing?

A meu ver, bom marketing é aquele que consegue criar uma ligação autêntica e memorável entre a marca e o consumidor. Não se trata apenas de vender um produto ou serviço, mas de contar uma história, gerar emoções e proporcionar experiências que façam sentido para o público-alvo. O bom marketing é estratégico, criativo e, acima de tudo, relevante.

Houve algum momento na tua vida que te tenha influenciado a seguir marketing e publicidade?

Penso que o facto de não ter escolhido Gestão no momento de decidir a minha licenciatura e a minha paixão por marcas e comunicação desde jovem levaram-me a enveredar por esta área. Além disso, sempre gostei de escrever, e o Copywriting tornou-se uma paixão ao longo do tempo. Foi um percurso natural, onde fui percebendo que o storytelling e a forma como as marcas se expressam me fascinavam.

Achas que é uma área em crescimento?

Sem dúvida. As marcas precisam cada vez mais de comunicar e de criar uma relação com o seu público. Hoje, mais do que nunca, é essencial estabelecer um laço forte, ou seja, um verdadeiro “noivado” entre o cliente e a marca – aquilo a que chamamos engagement. O consumidor está mais informado e exigente, o que obriga as marcas a desenvolverem estratégias mais autênticas e personalizadas. Para isso, é essencial conhecer bem o público-alvo e entender as suas características e necessidades.

Acreditas que há uma fórmula para criar um plano de marketing, ou cada caso é um caso?

Existem metodologias e frameworks que ajudam a estruturar um plano de marketing, mas acredito que a chave está nos detalhes disruptivos que vão sendo implementados ao longo do processo. Os elementos criativos fazem toda a diferença, pois são eles que tornam uma proposta única e marcante. No fundo, o equilíbrio entre estratégia e criatividade é essencial para o sucesso de qualquer campanha.

Se cada caso é um caso, o que valorizas em cada projeto?

O que mais valorizo é o racional criativo por trás de cada peça de comunicação ou estratégia. Gosto daquela sensação de olhar para uma campanha e pensar: “Isto está realmente bem pensado”. Para mim, a publicidade e o marketing devem provocar impacto e despertar emoções. Um exemplo que me marcou bastante foi a icónica campanha da Patek Philippe com o slogan:

“You never actually own a Patek Philippe. You merely look after it for the next generation.”

Esta mensagem não só vende um relógio, mas cria uma ideia de legado e exclusividade. Esse tipo de pensamento estratégico e emocional é o que realmente me fascina.

Qual foi o projeto que mais te permitiu desenvolver como pessoa?

O projeto desenvolvido para os Prémios Lusófonos da Criatividade foi, sem dúvida, um dos mais marcantes. Foi o primeiro prémio que ganhei (Bronze), juntamente com a minha grande amiga e antiga colega de faculdade, Maria do Carmo Martins. Este reconhecimento foi um verdadeiro salto na nossa carreira e um momento inolvidável. Além da conquista, deu-nos confiança na nossa forma de pensar e executar publicidade.

Há algum projeto em mente?

Neste momento, quero criar uma campanha sem estar vinculado a nenhum concurso. Gostaria de desenvolver uma ideia disruptiva para uma marca, com base nas experiências que tenho acumulado ao longo do tempo. Parece-me um desafio interessante e uma oportunidade de enriquecer o meu portfólio, experimentando novas abordagens e técnicas com total liberdade criativa.

This website uses cookies to improve your web experience.